Anunciai com gritos
de alegria, proclamai até os extremos da terra: o Senhor libertou o seu povo,
aleluia! [i]
Cristo
ressuscitou! Aleluia! Verdadeiramente ressuscitou, Aleluia!
Olá amados,
que a paz de nosso senhor Jesus Cristo, o amor de Deus para com o mundo, e o
carinho materno de nossa senhora esteja no coração de cada um de nós!
Todos nós
alguma vez na vida já ouvimos alguém dizer, ou até dizemos que “Deus é amor”,
em verdade, Deus sim é amor, pois como diz a escritura “ninguém tem maior amor
do que aquele que dá a sua vida pelos seus amigos.” [ii].
A leitura
desta sexta semana da páscoa nos diz sobre o amor divino, a primeira leitura de
atos dos apóstolos, nos mostra antes de tudo, a humildade de Pedro com ele
dizendo “eu também sou homem”, também nos mostra que Deus chama e toca a todos,
e neste caso, enviando o espírito santo sobre todos que ali estavam, que foram
também batizados depois, mostra que não há diferenças sobre nós.
O salmo desta liturgia é uma exultação e
glorificação a Deus, “Cantai ao Senhor Deus um canto novo, porque ele fez prodígios!”. A segunda leitura confirma e nos leva
ao evangelho de forma especial: “Caríssimos,
amemo-nos uns aos outros, porque o amor vem de Deus”,
de forma peculiar, a segunda leitura nos fala para amar, mas qual o motivo de
amar?
Esta pergunta é o que o evangelho responde: “Este
é o meu mandamento: amai-vos uns aos outros, como eu vos amo.”, Deus nos dá o
mandamento do amor, e somos por meio dele chamado de amigos, logo, amigos de
Deus, não mais servos. O Evangelho deste domingo, é a maior declaração de amor
do universo e de algum modo, é tão especial que até hoje num altar Deus nos
chama de amigos e ficamos no mais intimo com o nosso salvador.
E diante de tanto amor, há ainda um ponto
maravilhosamente especial para nossa graça: “Eu assim vos constituí, a fim de
que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vos conceda.”, Diante do plano
de Deus a nós (muito bem falado diga-se de passagem pelo Derlei e pela Carina
na live catequese de quinta-feira), é comum que nos encontremos em uma situação complicada
interna ou externamente, entretanto, como nos diz Cristo, tudo aquilo que pedir
no nome dele, o pai possa conceder.
Que nós, pequenos servos de Deus,
com o olhar de respeito, e assumindo nosso pecado, possamos voltar ao amor
divino, e que, acreditando nele e nas suas obras, possamos glorificar a Deus
como nos salmos, sermos humildes, misericordiosos e amorosos como nos
exemplifica os santos e Jesus Cristo.
[i](Is 48,20)
[ii] (João 15:13)
Natan
Ribeiro – Minions Católicos

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