"Um bom pastor, um pastor segundo o coração de Deus é o maior
tesouro que Deus pode conceder a uma paróquia e um dos dons mais preciosos da misericórdia
divina" [i]
Olá amados, que a paz de nosso
senhor Jesus Cristo, nosso pastor, o Verbo encarnado no mundo, o amor de Deus
para com todos, e a intercessão de nossa senhora esteja no coração de cada um
de nós!
Há na santa Missa, mais
especificamente no ato penitencial, um trecho que fazemos “como a ovelha
perdida”, com efeito, somos a ovelha perdida e necessitamos de um pastor, e é
sobre estes pastores que a liturgia desta semana vem nos falar.
A liturgia deste XVI domingo do
tempo comum nos fala sobre os pastores, que tem um papel fundamental em nossas
vidas, assim como as cobranças: “Ai dos pastores que deixam
perder-se e dispersar-se o rebanho miúdo de minha pastagem” [ii]
A primeira leitura do livro
do profeta Jeremias, nos fala dos pastores, onde os primeiros versos, retratam
a história de judá, onde se dá o acontecimento do rebanho se dispersar pelos maus
pastores, onde após este acontecimento, Deus diz que: “Reunirei o que restar das minhas ovelhas, espalhadas pelos países
em que as exilei e as trarei para as pastagens em que se hão de multiplicar.
Escolherei para elas pastores que as apascentarão, de sorte que não tenham receios nem temores, e já nenhuma delas se extravie” [iii]
Escolherei para elas pastores que as apascentarão, de sorte que não tenham receios nem temores, e já nenhuma delas se extravie” [iii]
O salmo nos diz sobre o senhor
ser o pastor que conduz: “O Senhor é o pastor que me conduz,
não me falta coisa alguma” [iv], e vale ainda destacar que o salmo ainda diz
que “Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso, nenhum mal eu temerei” [v], e de
fato, assim não devemos temer qualquer vale tenebroso de nossas vidas, pois
ainda assim, não nos falta nada, pois temos o senhor
A segunda leitura
da Carta de são Paulo aos Efésios, nos conta sobre nossa nova condição: “Agora,
porém, graças a Jesus Cristo, vós que antes estáveis longe, vos tornastes
presentes, pelo sangue de Cristo” [vi], e podemos saber também pela leitura
que: “abolindo na própria carne
a lei, os preceitos e as prescrições. Desse modo, ele queria fazer em si mesmo
dos dois povos uma única humanidade nova pelo restabelecimento da paz” [vii].
O Evangelho de Jesus
Cristo segundo Marcos, nos conta uma situação de Cristo que: “Ao desembarcar, Jesus viu uma
grande multidão e compadeceu-se dela, porque era como ovelhas que não têm
pastor. E começou a ensinar-lhes muitas coisas” [viii], de fato, Cristo sempre
nos olha com olhar especial quando vamos a ele, e por isso, sempre que
possível, devemos estar mais próximos de nosso Deus.
Que nós, que acreditamos
em Deus, enquanto esperamos sua vinda gloriosa, possamos crer e exaltar o
Cristo que morreu por nós, agradecer suas ações como, estudar suas palavras e
viver seus exemplos, pois somente desta forma, poderemos alcançar o reino dos
céus que observamos nesta liturgia.
[i] São João Maria Vianney
[ii] Jeremias
23:1
[iii] Jeremias
23:3-4
[iv] [v] Salmo
22/23
[vi] Efésios
2:13
[vii] Efésios
2:15
[viii] Marcos
6:34
Natan
Ribeiro – Minions Católicos 1.0

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